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Oportunidade: relações comerciais entre Brasil e EUA

Cada vez mais os países estão tendo a percepção que a atual dependência da China pode causar danos catastróficos em tempos de crise mundial. O período que começamos a chamar de “pós pandemia” não condiz com a realidade que estamos vivenciando, a nova onda de COVID-19 que atingiu a China recentemente, nos mostra que ainda sentimos severamente os efeitos desse período.


Por ser o principal parceiro comercial da China, os Estados Unidos acabam sendo um dos países que mais sofrem essas consequências. Por outro lado, o Brasil pode passar a assumir um papel de evidência no cenário de exportações, substituindo a China no abastecimento de determinados produtos mundo afora. Segundo especialistas, se o COVID – 19 e a guerra na Ucrânia acabassem hoje, ainda demoraria cerca de 8 meses para a situação voltar à completa normalidade.

Tendo isso em vista, os EUA iniciaram algumas atitudes em prol de uma reaproximação com o Brasil na administração do presidente Joe Biden. Desde o início da pandemia e do fim da última corrida presidencial americana, não houve nenhuma ação de cooperação bilateral entre Brasil e EUA.

O mês de maio foi movimentado nas relações entre os dois países, o secretário adjunto do departamento de comércio americano, Don Graves, defendeu em uma visita ao Brasil a ideia de ter cadeias de produção mais próximas dos Estados Unidos, e está em conversas com nosso país para oportunidades nesse sentido.

Além disso, entre 6 e 10 de junho, ocorreu em Los Angeles a Cúpula das Américas, evento que reuniu 23 chefes de estado dos países do continente americano em busca de uma maior cooperação econômica entre os países. Algumas polêmicas giraram em torno do encontro de 2022, que não contou com a presença de alguns países com governos de esquerda que acabaram não convidados. Os líderes desses governos criticaram os EUA e alegam que isso é um retrocesso na integração dos países americanos.

O evento não foi considerado um sucesso, visto que estava vazio se comparado com a última edição que ocorreu em solo americano, onde contou com mais de 30 chefes de estado. A visita presencial de Christopher Dodd ao Brasil, enviado especial do governo americano para convencer o presidente Jair Bolsonaro a participar da cúpula, foi crucial para o evento, que seria ainda mais descredibilizado sem a presença de representantes do maior país da américa latina.

Apesar disso, assuntos como o fluxo imigratório ilegal, a segurança alimentar mundial e a preservação da floresta amazônica, foram tópicos importantes e bastante discutidos durante o encontro. A cooperação entre os países americanos se faz mais necessária do que nunca, ao tempo que são problemas que já eram recorrentes no continente, os mesmos foram agravados pelo COVID-19 aliado a guerra da Ucrânia e a crise democrática em certos países.

A cúpula das américas já trouxe alguns resultados imediatos, como o decreto editado pelo presidente Bolsonaro em prol de reforçar fluxos bilaterais de comércio e investimento entre Brasil e Estados Unidos. O presidente Joe Biden anunciou também, uma parceira para prosperidade econômica nas Américas, com a intenção de recuperar e impulsionar o crescimento do continente que é responsável por 31,9% do PIB mundial.


Essas atitudes demonstram que os Estados Unidos passam por um momento crucial, ao tempo que lutam contra uma grande inflação, que não deve acabar tão cedo, buscam manter a sua zona de influência na América. Biden começa a dar uma importância mais significativa para o Brasil e as demais economias da américa latina, vendo o potencial que as mesmas possuem para novas parcerias comerciais e para diminuir a presença da China na região.

A internacionalização de empresas está cada vez mais presente e relevante, estamos em contato direto com empresas estrangeiras e consumimos diariamente os seus produtos. O crescimento e fortalecimento constante da indústria brasileira, nos faz pensar no posicionamento dos nossos produtos no mercado externo nas próximas décadas, por isso, devemos aproveitar todas as oportunidades para crescer nesse mercado tão concorrido.

No entanto, iniciar nesse mercado pode ser mais complexo do que parece. Diversas vezes tivemos a oportunidade de observar empresários brasileiros que se aventuraram com o seu produto no mercado externo e acabaram tendo surpresas desagradáveis, muitas vezes por falta de conhecimento do mercado, o que poderia facilmente ser evitado com um suporte de qualidade.

Internacionalizar representa um alto investimento financeiro e de tempo, podendo se tornar extremamente frustrante para uma empresa dedicar tantos recursos e não obter os resultados esperados no projeto. Dentre os problemas mais comuns enfrentados pelas empresas estão:

  • Problemas com o idioma;

  • Dificuldade com networking;

  • Falta de entendimento do mercado;

  • Desconhecimento da concorrência.

A Trajetória auxilia empresas brasileiras a se inserirem no exterior, realizando toda a pesquisa necessária para a inclusão nos mercados alvo. Ajudamos nossos clientes a entender toda a concorrência, potenciais clientes, posicionamento e os preços do mercado escolhido. Também agimos na estruturação da empresa, montando toda a força de vendas, e definimos junto ao cliente os meios de promoção mais adequados para o seu produto, além disso, iniciamos a prospecção de potenciais clientes, dando início à internacionalização na prática.


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